Tweed Ride Rio visita o Museu do Ingá

Edição de Inverno acontece com exposição de bicicletas antigas

Arte de Luisa Wasserman

Arte de Luisa Wasserman

No próximo domingo (28 de Agosto) o Tweed Ride Rio visita o Museu do Ingá, em Niterói, para mais uma edição de inverno do passeio mais charmoso da cidade. Iremos nos concentrar às 13h na Praça XV para sair de barca às 14h rumo ao nosso destino. Encontraremos os parceiros Pedal Sonoro e partiremos pela cidade com muita música no melhor estilo de antigamente. Tragam suas toalhas, vinho e quitutes para um picnic nos jardins do Museu.

Imperdível!

Imperdível!

No mesmo local, os ciclistas do passado poderão aproveitar a exposição “Bicicletas em Perspectivas: hábitos passados, usos presentes” durante nosso encontro, uma ótima oportunidade de conhecer mais sobre a história desse fabuloso veículo, velha companheira de locomoção desde o século passado.

Também teremos a ilústre participação do grupo de dança da Denise e do Luiz, que farão um aulão de Lindy Hop. Vai ser difícil ficar parado.. Vamos dançar!!

Caprichem no visual, pois como já é tradição, teremos premiação para os melhores trajes feminino e masculino, uma parceria do brechó La Botica da Jane. Ainda falando em prêmios, não para por aí. Iremos sortear duas peças do brechó Abapha Vintage, uma saia e uma blusa, mas só para mulheres que vestem P (um M sendo bem otimista), pois não há possibilidade de troca das peças. Quem se interessar poderá participar do sorteio, mas só receberá a peça quem for ao passeio de bike. Clica aqui e saiba mais!

Teremos Aulão!!

Teremos Aulão!!

Quem não tiver bicicleta e quiser participar, poderá alugar as bicis do Itaú.

Saiba mais nesse link

Venha voltar no tempo com a gente!!

 

 

 

Quer dicas de moda? Corra para o POST que fizemos com dicas incríveis!

Confirme presença no evento!!

 

Serviço

Tweed Ride Rio – Edição de Inverno no Museu do Ingá

Dia 28 de agosto

Concentração Praça XV às 13h

Saída 14h

Previsão de retorno 18h

 

Parceria:
Museu do Ingá
La Botica da Jane
Abapha Vintage Pop

Apoio:
Bike Anjo Rio
Pedal Sonoro

 

 

Adoção dos Índices de Progresso Social (IPS) é estratégia para a redução das diferenças territoriais

É possível promover o bem estar da população sem que isso esteja vinculado ao PIB do país ou região

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“Não existe empresa bem sucedida em uma nação falida”. A afirmação é de Gláucia Barros, diretora programática da Fundação Avina, responsável pelas ações da Fundación Avina no Brasil, coordenando na região da Amazônia os programas de acesso à água, energia e indústrias extrativas, cidades sustentáveis, mudanças climáticas, reciclagem inclusiva, inovação política e negócios de impacto.

Glaucia Barros, da Fundação Avina no painel "Informação para Transformação"

Glaucia Barros, da Fundação Avina no painel “Informação para Transformação”

Em sua apresentação durante o Fórum de Sustentabilidade do Rio, Gláucia mostrou que se somarmos o PIB de um local com os Índices de Progresso Social, é possível atingir um crescimento inclusivo numa região. O Índice de Progresso Social (IPS) sugere que os países do mundo devem ter como meta priorizar o progresso social e indica ainda que as desafiadoras condições econômicas locais não devem necessariamente ser um obstáculo à melhoria de vida dos cidadãos.

Entre seus principais pilares estão o atendimento às necessidades humanas básicas (nutrição e cuidados médicos, água e saneamento básico, abrigo e segurança pessoal); fundamentos do bem-estar (como acesso ao conhecimento básico, acesso à informação e comunicação, saúde e meio ambiente sustentável) e oportunidade (tolerância e inclusão, liberdade pessoal e de escolha, direitos pessoais e acesso ao ensino superior). O IPS foi criado como um complemento a outros indicadores, com o objetivo de permitir uma compreensão mais holística do desempenho geral das nações pesquisadas. Em sua avaliação são feitas as seguintes perguntas:

1) Será que um país providencia as necessidades mais essenciais do seu povo?

2) São construídos mecanismos na região local para que seus indivíduos e comunidades possam melhorar e sustentar o bem-estar?

3) Existe oportunidade para todos os indivíduos em determinado local para garantir que todos possam atingir o seu pleno potencial?

 

Em 2016 os países da América Latina e do Caribe foram relativamente piores em suas colocações em relação à edição 2015 do levantamento, ao registrarem queda em índices comparados com seu poder econômico em uma faixa de medidas de progresso social. Esse recuo é percebido especialmente em relação à tolerância e inclusão e liberdade pessoal (itens avaliados dentro da chamada dimensão de “Oportunidade”). As questões de segurança pessoal, em especial, são problemáticas, assim como o acesso à educação superior.

América Latina e resultados

Segundo Gláucia Barros, é interessante observar que em países ricos de alto PIB, quando aplicados os IPS, o que melhora mais rapidamente tende a ser os cuidados médicos e a nutrição. Os dados apontados para a América Latina ajudam na formação de quatro grupos:

– países com pontuação 72 ou superior no IPS são os que apresentam menores desafios em termos de bem-estar social em relação ao contexto da região (Chile, Uruguai, Costa Rica Argentina e Panamá). O Chile foi o melhor colocado, com uma pontuação de 82.12;

-um grupo de cinco países ocupa a faixa intermediária de 70 a 72 pontos: Jamaica, Brasil, Colômbia, Peru e México;

– dois últimos grupos estão abaixo da média dos países do continente: Equador, Paraguai, El Salvador e República Dominicana ficam com pontuação entre 65 e 70;

– já os países com déficits graves de bem-estar social, como Bolívia, Nicarágua, Venezuela, Guatemala e Honduras, têm pontuação no Índice de Progresso Social um pouco acima de 50.

Painel "Informação para Transformação" composto por Lena Lavinas, professora titular do Instituto de Economia da UFRJ; Luciana Nery, gerente de Resiliência – Centro de Operações Rio; Júnia Santa Rosa, urbanista e consultora; Glaucia Barros, diretora programática da Fundação Avina; Marcelo Mosaner, mestre em Economia Política/PUC-SP e Joana Monteiro, diretora presidente do Instituto de Segurança Pública.

Painel “Informação para Transformação” composto por Lena Lavinas, professora titular do Instituto de Economia da UFRJ; Luciana Nery, gerente de Resiliência – Centro de Operações Rio; Júnia Santa Rosa, urbanista e consultora; Glaucia Barros, diretora programática da Fundação Avina; Marcelo Mosaner, mestre em Economia Política/PUC-SP e Joana Monteiro, diretora presidente do Instituto de Segurança Pública.

O progresso social no Brasil confirma as tendências regionais: enquanto o país aparece inserido no grupo de médio-alto progresso social, na 46ª posição na avaliação média de todos os indicadores, ele aparece em 77º e 123º lugares, respectivamente, nos quesitos moradia e segurança pessoal.

Apesar disso, o Brasil lidera o grupo dos BRICS, seguido por África do Sul, Rússia, China e Índia. Exceto o Brasil, cujo avanço social, na 46ª posição, é mais alto do que seu PIB per capita (54ª), todos os BRICS têm baixo desempenho no IPS. Já em relação aos países da América do Sul, o Brasil ocupou a 4ª posição, ficando atrás de Chile, Uruguai e Argentina. Até o momento, não estamos indo tão mal assim,  veremos como fica nossa posição em um cenário golpista como este que passamos a viver a partir de março deste ano.

Mas como medir o impacto disso nas comunidades? Já existem mecanismo para medir indicadores de resultados e processos, mas não existem indicadores para medição de impacto. Nesse sentido, uma tentativa está sendo realizada em sete estados amazônicos juntamente com o governo do Pará e empresas como Coca-Cola e Natura. São 772 municípios que participam na região do Carauari para que sejam desvendadas essas métricas e modelos de medição. Inclusive, o governador Simão Jatene adotou os resultados do IPS Amazônia, apurados pelo IMAZON, como linha de base de seu plano plurianual de governo, que também será monitorado e avaliado de acordo com a progressão dos indicadores organizados.

Ver sobre o IPS Amazônia

Justiça social não combina com golpe político

Fala-se muito em equidade entre as nações e distribuição de riquezas em nível mundial, mas hoje o Brasil se compara à Mongólia em 60% (apenas) de IPS atingido. Isso faz com que pensemos: como é possível falar em redução da desigualdade social em um contexto onde alguns setores importantes da sociedade, como os empresários, ainda não reconhecem o processo político que vive hoje o Brasil como um golpe? O atual plano de governo vigente é cheio de medidas neoliberais áusteras que prevê o corte de todo e qualquer direito social. É no mínimo incoerente.

Promover a inclusão social de modo que ela se torne realidade no mundo e buscar atingir a equidade entre as nações do ponto de vista do IPS é fundamental. No entanto, permitir que o governo interino libere compra de territórios indígenas por estrangeiros e privatize nossas riquezas não está definitivamente contribuindo para o crescimento do Brasil e seu progresso social. Ao contrário. É retroceder nesse objetivo. Se o setor privado e as entidades de pesquisa não entendem isso, é provável que todas as iniciativas serão em vão.

Ainda temos déficits importantes em segurança pessoal (ele aparece entre as dez últimas posições do ranking) e também em cuidados médicos básicos e de moradia. Os resultados da edição 2016 do IPS mostram que, embora haja uma correlação entre o progresso social e o PIB, o crescimento econômico está longe de garantir avanços no campo social.

Pelo visto, o PIB não é tudo. Há exemplos como a Costa Rica que promove um alto progresso social com um PIB modesto. Focar no desempenho do Canadá e Austrália para aprender o que seus líderes estão fazendo para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos pode ser um caminho.

#socialprogress 2016

#socialprogress 2016

“É valioso ter novas métricas que nos ajudem a identificar as muitas outras riquezas, além da econômica, que se requerem para o desenvolvimento justo, democrático e sustentável. Isso, especialmente para o contexto brasileiro e em tempos de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, faz muito sentido para que governos, empresas e organizações sociais tomem melhores decisões e possam medir o impacto efetivo de seus investimentos na qualidade de vida das pessoas e dos bens ecossistêmicos”, disse Gláucia Barros, que coordena também a estratégia do Índice de Progresso Social no Brasil e em outros sete países da América do Sul.

Sobre o PIB e o que o IPS pode revelar sobre seu país:

TED Talks – Michael Green, criador do IPS, explica.

Saiba mais:

Durante o Fórum de Sustentabilidade do Rio foi recomendado a adoção do IPS para o Rio de Janeiro

Progresso Social

Avina

A importância da mensuração do IPS em comunidades

Fórum de Sustentabilidade do Rio debate estratégias de transformação social

Informação qualificada auxilia na definição de metas sustentáveis para a metrópole

Seis setores unidos pela sustentabilidade nas cidades

Seis setores unidos pela sustentabilidade

Nos dias 13 e 14 de julho a Associação Comercial do Rio (ACRio) sediou o Fórum de Sustentabilidade do Rio, uma iniciativa que reuniu diversas entidades dos setores público/privado, organismos de pesquisa, redes internacionais, terceiro setor e população para debater as melhores práticas de sustentabilidade para a região metropolitana, afim de criar e monitorar metas reais com base em diagnósticos amplos que dão base para a construção de políticas públicas eficientes.

O Fórum  discutiu acordos entre esses seis setores em quatro linhas de ação:  Juventude e Favelas, Despoluição da Baía da Guanabara, Geração de Informação Qualificada sobre a Cidade e Uma Nova Economia. A ideia é fortalecer uma rede de informações, coordenada pelo Cariocas em Ação, que servirá de base para o Centro de Resiliência Metropolitana, que deve ser lançado em junho de 2017. Neste espaço haverá a reunião das representações de cada setor, incluindo a população por meio de aplicativos, com o objetivo de colocar em prática os compromissos assumidos.

Na ocasião, Eduarda La Rocque, presidente da Cariocas em Ação e fundadora do Pacto do Rio, falou sobre a importancia da informação como ferramenta de construção da sustentabilidade. “Precisamos tornar as políticas de sustentabilidade em políticas de Estado e não de governo. É preciso criar um modelo de governança que envolva os seis setores mais importantes para esta transformação ocorrer, afinal, a redução da desigualdade é um objetivo de maior valor compartilhado e de maior IPS (Índice de Progresso Social)”, disse. Para ela, o desenvolvimento de áreas vulneráveis é garantia de investimentos futuros para a cidade.

No entanto, para atingir todos estes objetivos, conscientizar a população é fundamental. Com inovação é possível gerir as causas sociais de modo que sejam unidos os projetos que já existem para articular as pessoas em torno de ações de transformação. Nesse sentido, a Cariocas em Ação conta com o Fórum, onde a rede integrada irá promover as mudanças a partir do escritório de cidadania, onde os agentes atuarão na mobilização popular e conta ainda com o portal virtual que se torna o meio capaz de difundir a informação, gerindo as ações de maneira que todos possam participar.

Luciana Nery, gerente de resiliência da COR (Centro de Operações da Prefeitura do Rio), apontou alguns indicadores estratégicos para a prosperidade da população, mesmo que esta seja exposta a situações adversas. Segundo ela, aprofundar o conhecimento sobre o microclima da cidade e mitigar impactos de eventos; preparar a cidade para possíveis eventos climáticos; criar espaços urbanos verdes, frescos, seguros e flexíveis; promover recursos como água, energia, comida e resíduos de qualidade para todos aqueles que trabalham com a reciclagem; promover a economia inclusiva, diversa, circular e de baixo carbono e promover a resiliência da população com coesão social são alguns aspectos importantes para esse desenvolvimento sustentável de uma metrópole resiliente.

Assista abaixo o vídeo em que Luciana faz esta abordagem:


Publicado por Pacto do Rio

Além disso, informação qualificada também  está ligada a um tema super importante, que fornece dignidade para as pessoas: a criação de moradia social no Brasil. Estamos falando de um direito previsto na Constituição, mas que ainda é negligenciado pelo poder público. A urbanista Júnia Santa Rosa afirmou que produzir informação especializada nas cidades tem um alto custo. “Não se produz esses dados porque falta interesse orçamentário para investir. Também é muito pouco debatida a questão da mobilidade e ocupação do solo urbano e romper com isso é nosso grande desafio para a contrução de uma cidade sustentável”, disse. Sustentabilidade urbanística na dimensão da moradia é discutir o nosso chão. Investir nesse conceito é fundamental para mudar o paradigma atual.

Inovação, inteligência e informação

A rede Cariocas em Ação é uma sociedade sem fins lucrativos criada para defender os interesses da população no Pacto do Rio. Ela pretende trabalhar alinhada em um modelo integrado de planejamento e gestão visando o aumento da qualidade de vida urbana e a redução das desigualdades sociais e territoriais do Grande Rio. Esta também é uma das metas que norteia o Pacto do Rio, que pretende tornar a região metropolitana mais sustentável.

O Pacto do Rio foi criado na instância do poder público pelo Instituto Pereira Passos, órgão municipal responsável pelas informações da cidade e que passou a cuidar da UPP Social, mais tarde Rio+Social. O objetivo era prover serviços públicos às favelas pacificadas com qualidade, mas evoluiu também na promoção da justiça social, do uso eficiente e sustentável dos recursos econômicos e naturais, bem como a boa governança ética, com transparência e mecanismos de participação. Através do Pacto do Rio o Fórum de Sustentabilidade e a Cariocas em Ação foram criados.

O Fórum é permanente e manterá suas atividades tanto virtuais, em seu site, quanto presenciais, na realização de encontros periódicos entre os seis setores, chamados “Encontros E Aí?”.

Acompanhe: Fórum de Sustentabilidade

FB Pacto do Rio

 

Festival da Utopia injeta novo ânimo na busca por uma sociedade mais justa

Se nos chamam de utópicos é para sentir orgulho

Geod[esica no Acampamento da Utopia - diversidade na veia!

Geodésica no Acampamento da Utopia – diversidade na veia!

Quando os direitos básicos como saúde, educação, cultura e cidadania são deixados de lado, esquecidos pelas lideranças mundiais dos países do mundo, negligenciados por aqueles que são os responsáveis por promover condições dignas de vida para suas populações e inseridos no âmbito utópico, é chegada a hora de repensar o que podemos chamar de utopia e os rumos do nosso planeta.  Promover o acesso de todas as pessoas (e não somente de uma pequena parcela) às riquezas do mundo, sua pluraridade, conhecimento e tecnologia não é utopia, é uma realidade que pode se tornar cada vez mais possível se houver unidade de pensamento, força de ação e vontade coletiva.

Reunião Mídia Ninja

Reunião Mídia Ninja

Esses foram os caminhos apontados pelo Festival da Utopia em Maricá – RJ, que aconteceu de 22 a 26 de junho e contou com a participação de 5 mil pessoas de todos os cantos do país e da América Latina, além de convidados de diversas partes do globo. No total foram mais de 30 atrações distribuídas entre mesas, palestras, seminários, debates, shows, apresentações teatrais e incontáveis intervenções artísticas, exposições, saraus e festas.

Maricá foi o centro da vanguarda durante cinco dias, de onde partiram as melhores energias catalizadoras de uma profunda mudança no Brasil e no mundo, convocando a união entre os povos para a construção de um novo mundo, mais colaborativo e humano, menos esquizofrênico do ponto de vista capitalista e com um desejo profundo de acabar com a intolerância e com o medo.

Pow Pow Pooooow!!

Pow Pow Pooooow!!

Foi incrível participar desse momento histórico, conviver de perto com a potência da juventude que surge para chacoalhar os velhos valores e acordar os anseios adormecidos, bem como os pensadores de trajetória considerável, que não se cansam de mostrar que para lutar por um mundo melhor não importa a idade.

Se é utopia o que queremos, então sejamos utópicos, mas principalmente sejamos sagazes lutadores no mundo que se obscurece com o fantasma da intolerância.

 

 

Sendo ninja com alguns companheiros da cobertura colaborativa, redigi matérias para o portal do Festival. Seguem aqui para leitura!

Abertura do Festival da Utopia reúne lideranças políticas e dos direitos humanos em prol da construção de um novo mundo

Plenária do Meio Ambiente debate a urgente criação de um modo de vida mais sustentável para todos

Segundo dia do Festival da Utopia promove reflexão sobre o modelo capitalista e a distribuição de renda no mundo

Debate sobre as relações humanas no contexto do capital abre o terceiro dia do Festival Utopia

Assista o vìdeo da Pós_Tv!

Confira outras notícias no site do Festival da Utopia aqui.

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Fotos: Coberturas Utópicas – Mídia Ninja

 

Bicicultura 2016 foi realizado em São Paulo com adesão massiva do público

A edição 2017 será realizada em Recife e a 2018 no Rio de Janeiro

Tweed Ride Rio no #Bicicultura2016

Tweed Ride Rio no #Bicicultura2016

O Bicicultura 2016 acabou, mas já deixou saudades! Foram 4 dias de evento (26 a 29 de maio) na capital paulista que abordou todo o universo da bicicletada no Brasil e no mundo, com competições de diversas modalidades esportivas do ciclismo, feira de produtos que são fruto de projetos empreendedores com a bike, shows de artistas regionais, oficina mecânica e ajustes básicos, além de muitas palestras e ótimos convidados que falaram de suas experiências e a mobilização cicloativista levantando temas importantes como o empoderamento feminino, a importância do protagonismo das mulheres nas ações que trilham um novo caminho para a sociedade e a construção de cidades mais cicláveis.

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Concentração Praça do Ciclista !!

O Tweed Ride Rio participou, juntamente com outras iniciativas que promovem passeios ciclísticos, da Bicicletada Nacional, que se realizou no dia 27 de maio e teve como tema o Manifesto pelo Fim da Cultura do Estupro (leia abaixo). A saída ocorreu na Praça do Ciclista, que estava lotada. Apareceu por lá nosso parceiro Beauty Bike, que foi a nosso convite maquiar as ciclistas que chegaram cedo para o evento. Em seguida, uma pista da Avenida Paulista foi tomada por um mar de bicicletas e isso deu gosto de ver!!

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Para esse passeio ficar ainda mais bonito, usamos uma bicicletada ma-ra-vi-lho-sa da marca Echo Vintage, que tem como característica principal o design vintage e retrô, em cores pastel, com todos os detalhes que marcaram as décadas de 40 a 80. E essa belezinha aí da foto é a Isis Plus All Green, que inclusive está com preço promocional no site da loja!!

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E ao final da noite, após os lançamentos de livros na Galeria Metrópole, um chopp com os amigos e uma baladinha, a ótima opção para voltar para casa em segurança na fria noite de São Paulo foi o UBER BIKE, que precisa muito chegar ao Rio de Janeiro para facilitar também a nossa vida por aqui. VIVA!!

A revolução do Uber tbem transportando bicis

A revolução do Uber tbem transportando bicis

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Não podemos deixar de mencionar a incrível experiência que tivemos em pedalar, no dia seguinte (28) pelo centro da cidade visitando obras dos artistas graffiteiros mais renomados do mundo, disponíveis somente para quem anda a pé ou de bike pela região (é proposital !!). Foi o Pedal Fotográfico , promovido pela videomaker Rachel Schein, que registrou nesse vídeo os momentos especiais: Clique Página da Rachel.

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Confira mais fotos no Insta: https://www.instagram.com/tweedriderio/
E no álbum do facebook.

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Acesse mais:
Debate Ciclanas no Bicicultura 2016
Galeria da 1 Mostra de Fotografia Bicicultura 2016
Melhores momentos do dicurso de fernando Haddad

 

Alguns videos sobre como foi a Bicicletada Nacional.

Video 1

Video 2

 

 
Manifesto no Dia da Bicicletada Nacional – 27 de maio 2016

Pedalamos tod@s pelo fim da cultura do estupro!

Lugar de mulher é em casa?
Na rua somente acompanhada?
Mulher é responsável pelo cuidado da casa e da família?
Você acha normal interromper a fala de mulheres?
Você acha que a sua opinião é mais relevante do que das suas colegas de trabalho?
Você acha que mesa de bar é lugar de homem?
Você acha que o não da mulher na balada é só charminho?
Tudo bem fazer fiu-fiu para as mulheres na rua?
Você encoxa mulher no ônibus ou finge que não vê?
Mulher com roupa curta está provocando?
Você acha que está certo uma empresa não contratar uma mulher porque ela pode engravidar?
Você acha que nascer homem é uma sorte?
Se você respondeu sim a uma das questões acima, você é cúmplice da cultura do estupro.
Estupro não é o único tipo de violência contra a mulher. Tudo que tira a liberdade de escolha de uma mulher é violência.
Não foram 33 doentes que estupraram uma adolescente no Rio de Janeiro, foram 33 homens criados em uma sociedade machista que acha normal responder sim a essas perguntas.
‪#‎Bicicultura2016‬‬

Saiba mais sobre a bicicleta Isis: suuuuper confortável!

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Foto de Ivson Miranda

Bicicletas com corpo em aço;
Pintura eletroestática;
Aro 28”;
Quadro de 28”;
Seat Tube 77cm a 90cm;
Kit marcha Nexus Shimano – 3 Velocidades;
Freio somente dianteiro;

Guidão e banco com regulagem;
Pedal de plástico antiderrapante com refletor;
Pneu branco, 700x45c/28c4,75 (47-622);
Banco de plástico, mesmo material utilizado na década de 50, com pintura dando aspecto de couro;
Manopla em couro acolchoado;
Campainha;
Farol dianteiro com funcionamento a pilha;
Farol traseiro com funcionamento a pilha;
Capa de proteção da corrente;
Paralama frontal e traseiro;
Bagageiro;
Pé para descanso;
Cesto de palha.

Números gerais do Bicicultura 2016
Fonte: VáDeBike 

GERAL
10 mil pessoas em todo o evento
18 estados diferentes representados
573 inscritos previamente nas atividades internas, pelo site
+160 atividades ao longo de 4 dias de evento
45% das atividades lideradas/apresentadas por mulheres
250 atividades inscritas através do edital de programação
R$ 59.300,00 arrecadados somente pelo crowdfunding (169% da meta)
+50% de todos os recursos arrecadados para o Bicicultura foram investidos diretamente nas PESSOAS (programação)
40 voluntárias e voluntários diretamente na organização (por alguns meses) e 120 voluntárias e voluntários durante o evento

Um mar de bikes!!

Um mar de bikes!!

 

BICICLETÁRIO
880 atendimentos/bicicletas (220 por dia) no Bike Valet
200 bicicletas estacionadas diretamente, sem o Valet

 

 
EMPRÉSTIMO DE BICICLETA
140 bicicletas emprestadas, com inscrição prévia.
CERIMÔNIA DE ABERTURA
300 pessoas no auditório da Galeria Olido, no dia 26 de maio
Assista a cerimônia em vídeo, na íntegra, e veja aqui um resumo da palestra do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que afirmou que as ciclovias são uma conquista da sociedade e agradeceu ao cicloativismo.
1a MOSTRA DE VÍDEO BICICULTURA (Espaço Itaú de Cinema)
220 espectadores
25 vídeos selecionados, dentre 59 inscritos:
SP – 9;
MG – 8;
BA – 2; CE – 2
PR – 1; ES – 1; AM – 1; PA – 1 ; RJ – 1
4 vencedores (por UF: MG/PA, MG, CE, SP)
1a MOSTRA DE FOTOGRAFIAS BICICULTURA
170 trabalhos inscritos:
São Paulo 82
Rio de Janeiro 26
Santa Catarina 16
Minas Gerais 12
Bahia 10
Paraná 5
Rio Grande/Sul 4
Amazonas 3
Brasilia 3
Ceará 3
Pernambuco 3
Mato Grosso 2
Paraíba 1
81 selecionados
3 vencedores (SP, SC, SP), sendo que a foto vencedora foi de uma proponente mulher
ESCOLINHA BIKE
270 atendimentos
63 (dia 26 de Maio)
76 (dia 27 de Maio)
96 (dia 28 de Maio)
35 (dia 29 de Maio)
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IMPRENSA
39 profissionais de imprensa credenciados para a cobertura do Bicicultura
Mais 20 profissionais credenciados ao longo do evento
Cobertura das principais redes de televisão e jornais do país
Cobertura de inúmeros veículos voltados para ciclistas
ATIVIDADES ESPORTIVAS
09 atividades esportivas distribuídas nos 04 dias do Bicicultura
Estima-se que 5 mil pessoas circularam nas áreas externas (esportes e bicifeira) do Bicicultura
Quase 600 atletas profissionais e amadores participando das atividades esportivas
108 atletas inscritos para corrida Bike Arrancada
07 times participaram do Bike Polo
30 atletas profissionais disputando o campeonato BMX na Rua
50 atletas disputaram a 2a.Etapa do Circuito Brasileiro de Flatland nas categorias iniciante, amador, old school e profissional
15 duplas de mulheres participaram da corrida Alicate
20 duplas participaram da gincana Atravecity
200 participantes no 1o. Encontro de Wheeling no Centro de São Paulo
75 pessoas tentaram 275 vezes a prova do Slow Ride
35 atletas participaram do Free Ride Urbano
BICICLETADA (27 de Maio)
600 pessoas
BICICULFESTA – A BALADA DO BICICULTURA (28 de Maio)
300 pessoas
SHOW PEQUENO CIDADÃO (26 de Maio)
100 pessoas

Leiam mais sobre quando o prefeito Haddad comparou ciclistas a sem-terra

De volta ao passado com Tweed Ride Rio no Bicicultura 2016

O veículo do futuro já chegou faz tempo!!

Arte de Márcia Menezes

O Tweed Ride Rio aporta em São Paulo para participar do Bicicultura – edição 2016. Este é o maior encontro nacional de mobilidade por bicicleta e cicloativismo do Brasil e acontece entre os dias 26 e 29 de maio na capital paulista. Estaremos lá participando da grande bicicletada nacional promovida no dia 27 e conclamamos os ciclistas do passado (e do presente) para se unirem conosco nesta grande homenagem à bicicleta.

Nosso convite é para voltar no tempo sobre duas rodas! O Tweed Ride Rio é um passeio de bicicleta à moda antiga e, para participar é simples, basta se vestir como no século passado, época em que a bicicleta se tornou bastante popular e era utilizada com naturalidade como um veículo de locomoção para homens e mulheres, já mostrando o seu pontencial revolucionário e de vanguarda. Para as mulheres, a bicicleta ainda possibilitou mais liberdade de ir e vir sem a necessidade de estarem acompanhadas por um familiar ou esposo. VIVA a BICICLETA e o empoderamento feminino!!

Contamos com o apoio da charmosa Echo Vintage , loja de bicicletas e produtos retrô super fofos, além da oldfashion Levi’s para embelezar ainda mais a nossa presença no evento, afinal, com tradição não se brinca!❤

Venha participar conosco desse momento inesquecível!!

Confirme sua presença e convide seus amigos AQUI !

Tweed Ride RIO – Edição Especial Bicicultura 2016

Dia 27 de maio – 19h

Praça do Ciclista

#Bicicultura2016

Saiba mais: http://bicicultura.org.br/

Conheça nossa fanpage e acompanhe a cobertura completa: https://www.facebook.com/tweedrj/

Agradecimento especial para Marcinha pelo talento e disposição em ajudar!!❤

Por ser menina!

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Combatendo o machismo em sua raíz

Combatendo o machismo em sua raiz

Uma cena marcante em minha infância é a cena de meu pai me sentando em seu colo e me dizendo que quando minha mãe havia ficado grávida ele queria que a criança fosse menino. Naquela época não havia exames modernos de imagens como temos hoje e era muito normal os pais ficarem esperando até o nascimento do bebê para saber o seu sexo. Pois bem, meu pai ficou até o último momento torcendo para que eu fosse um menino. Saber disso antes mesmo de meu irmão mais novo nascer, de alguma maneira, moldou a minha personalidade. Azar do papai que teve que aturar durante muito tempo minha insistência para que ele me levasse a caçar tatu, coisa que só os pais de filhos homens fazia.  Ao final, ele acabou se rendendo e lá fui eu toda orgulhosa de ser “o menino” que meu pai tanto queria.

Acontece que mal sabia eu que tal realidade não se muda com um ou dois tatus no embornal de couro. Meus problemas estavam só começando! Logo percebi que eu não podia me sentar de qualquer jeito, tinha sempre que fechar as pernas. Caso contrário levava um beliscão ou qualquer reprovação da minha mãe ou das minhas tias. Também não podia ficar muito alegre ou empolgada com alguma coisa porque senão me taxariam de “assanhada”, algo que nada tinha a ver com o meu cabelo ou com o jeito que ele estava penteado.

Entretanto, eu me fiz valer de algum modo. Subi em árvores, andei a cavalo, nadei na enxurrada dos temporais de verão, e briguei de porrada para defender meu irmão dos meninos maiores do que ele na escola. Também aprendi dançar forró com meu pai, que me levava aos arrasta pé noturnos e onde eu tocava triângulo com a banda de velhinhos. Tudo bem, nem tudo estava perdido!

Porém, sendo eu a irmã mais velha, teria muitas mais responsabilidades do que meu irmão caçula, mas não por ele ser menor, mas sim por ele ser homem. Sempre fiquei a imaginar se ao contrário de um menino, minha mãe tivesse se engravidado de outra menina, as divisões pelas mesmas tarefas domésticas seriam tão diferentes.

Uma pesquisa recente (maio 2014) realizada pela Plan International Brasil mostrou que tarefas como as de limpar a casa, lavar a louça e arrumar a cama são de 6 a 8 vezes mais realizadas por meninas do que por meninos nos lares brasileiros. Ao passo que “sair para trabalhar” é uma atividade realizada 12,5% por meninos e somente 4,3% por meninas.  Isso é só um dos itens pesquisados que revela a raiz de nosso machismo cotidiano, da perpetuação dos dogmas de criação de meninos e meninas quando ambos são apenas crianças e assim deveriam ser tratados igualmente. A pesquisa ouviu um total 1931 meninas, na faixa etária entre 6 e 14 anos.

Levante a mão pelas meninas!

Levante a mão pelas meninas!

Não me lembro de ver minha mãe tirar meu irmão de suas brincadeiras para aprender a fazer arroz, cozinhar carne moída ou lavar roupa à mão no tanque. Jamais presenciei essa cena. Sequer a vi ensinar a ele como se usava uma vassoura. Acho que foi por esse motivo que desenvolvi certa birra de lavar a louça dos outros, de lavar a roupa dos outros e de fazer qualquer coisa para os outros que não fosse para mim mesma. É claro que eu ajudava a minha mãe, mas muito à contra gosto, é verdade. Ela que trabalhava fora e sempre sustentou a casa praticamente sozinha com seus três empregos de professora que quase a impedia de ver os filhos diariamente. Quando eu acordava para ir à escola o café a manhã já estava posto e minha mãe já estava correndo para o ponto do ônibus para não se atrasar na entrada dos alunos. Meu pai? Bem, nos primeiros anos ele até me levou à escola algumas vezes, ora de bicicleta, ora caminhando. Mas a verdade é que ele ajudava bem pouco a minha mãe no dia a dia da criação dos filhos. Ele, um cabra macho do Rio Grande do Norte, nortista como diriam alguns, não se via fazendo tarefas domésticas. Imagina!

O que isso tem a ver com personalidade? Tudo, ora bolas. Durante anos e anos eu via o quão desigual era a divisão de tarefas entre minha mãe e meu pai, durante anos eu me revoltei por ter que reproduzir esse modelo em casa e briguei muito com meu irmão por conta disso. Era até natural que essa menina que vos fala agora repetisse para si mesma e para quem quisesse ouvir que ela jamais se casaria. Só de imaginar viver tudo aquilo no futuro eu já entrava em pânico!

É claro que minha vida foi até bastante boa em comparação a tantas outras meninas que vivem na pobreza, sem acesso à educação, ao amor e aos cuidados dos pais. Para se ter uma ideia do quão desigual é o nosso país na sua distribuição de renda, no acesso à informação e no reflexo disso para a educação, evolução e crescimento de suas meninas, vejamos alguns dados da pesquisa: a proporção de meninas de escolas particulares que disse desempenhar atividades domésticas é menor do que o observado nas escolas públicas (rurais e urbanas). Enquanto cerca de 43% das meninas/adolescentes de escolas públicas disseram cozinhar, 32,5% das estudantes de escolas particulares urbanas o fizeram. Outros exemplos:

    • 67,1% das meninas de escolas particulares urbanas declararam lavar louça. Nas escolas públicas rurais esse percentual foi de 81,5%;
    • 46,6% das meninas/adolescentes de escolas particulares urbanas informaram limpar a casa. Nas escolas públicas rurais o percentual sobe para 74,3% e nas públicas urbanas para 67,6%.

Ou seja, se você considerar que meninas que estudam em escolas privadas são as de maior poder aquisitivo, podemos concluir que quanto mais pobre a menina é, mais tarefas domésticas e responsabilidades lhes são atribuídas todos os dias de sua vida.

Acredito que tudo está interligado e somos aquilo que vivemos. Por ser menina, um dia eu quis ser menino.  Por ser menina eu vivi poucas e boas e tive que receber muitos rótulos e peitar muita gente para ser quem sou hoje. Talvez não tenha sido em vão a minha saída de casa tão precoce para os modelos atuais. Saí com 18 anos quando hoje em dia é muito comum ver jovens com mais de 30 anos morarem com seus pais. Meu irmão ainda está lá.

Levante a mão pelas meninas!!

Levante a mão pelas meninas!!

Fonte: A Plan International Brasil é uma organização não-governamental humanitária, sem filiação política ou religiosa, presente em 70 países. No Brasil desenvolve projetos desde 1997. Mais informações: www.plan.org.br

#PorSerMenina é uma campanha mundial da Plan International para promover os direitos das meninas e contribuir para tirar milhões delas da zona de pobreza, por meio da educação e do desenvolvimento de habilidades.

Para saber mais acesse:

Filme da Campanha no Youtube

Texto escrito originalmente em 30 de setembro de 2014 em função do DIA Internacional das Meninas – 11 de outubro.

PirAÇÕES Urbanas leva Tweed Ride Rio a Salvador

#TweedRideRio em Salvador!!

#TweedRideRio em Salvador!!

O Tweed Ride Rio tem a honra de anunciar que iremos participar do #PedalaRibeira, em Salvador – BA, no dia 12 de dezembro.

Estão previstas várias atividades como palestras, debates, oficina mecânica de bicicletas, atrações musicais e muito mais! A realização é de Aromeiazero.

Um trajeto na região da Cidade Baixa, passando pela Calçada e Forte Monte Serrat, voltando ao ponto de saída na Marina da Ribeira espera pelos ciclistas baianos do passado.

Concentração às 14h na Sorveteria da Ribeira

Te espero tomando um sorvetinho!

Dentro do percurso faremos um picnic coletivo, onde todos levam suas cangas ou toalhas para ofertar os comes e bebes com muito amor no coração. Vai ser lindo!

Concentração às 14h em frente à famosa Sorveteria da Ribeira.
Saída às 15h.
Passeio + PicNic
Retorno às 17h30 para o ponto de partida e local do evento Pedala Ribeira.

 

Fotógrafos são bem vindos! Divulguem!
Teremos bottons e postais do Tweed Ride Rio à venda!

Colecione bottons e postal lindos de morrer!

Colecione bottons e postal lindos de morrer!

Mais informações no evento Pedala Ribeira: https://www.facebook.com/events/202787883388897/

Tweed Ride Rio
www.facebook.com/tweedrj

Acesse também: álbuns para inspirar 

Mapa do trajeto

Dica de Brechó na área:
Correio 24horas
Coisas de Lulu

Sobre o evento – PirAÇÔES Urbanas – Salvador (BA)

Para celebrar a instalação do novo bicicletário público na Ribeira, o Instituto Aromeiazero, junto com o Programa Salvador Vai de Bike, da Prefeitura de Salvador e com patrocínio do Itaú, vão promover no dia 12 de dezembro o Pedala Ribeira, um festival com muita festa, bicicleta e atividades para todas as idades, tudo gratuito e feito pela própria comunidade.

 

Chamem os amigos em Salvador-BA!!

Chamem os amigos em Salvador-BA!!

 

Tweed Ride revive centro do Rio em sua última edição do ano

Evento de Primavera terá show de jazz, concurso de trajes e festa no café

Um passeio de bicicleta à moda antiga!

Um passeio de bicicleta à moda antiga!

A última edição do ano 2015 do Tweed Ride Rio vai celebrar a estação das flores em grande estilo! Nos encontraremos em frente ao Cine Odeon, na Cinelândia, dia 25 de outubro às 14h. Em seguida partiremos rumo a um passeio pelo centro histórico do Rio de Janeiro e, por fim, seremos recebidos pelo Bike Rio Café para o show dos animados músicos da banda Dr Swing.

Banda de músicos ciganos - Dr Swing

Banda de músicos ciganos – Dr Swing

Para o tradicional concurso de trajes temos a honra de apresentar a Traditional Bike Box, uma caixa vintage de madeira que vai na bike para transportar o que quiser. O prêmio masculino surgiu com a ideia de querer fazer algo relacionado à bicicleta, um acessório útil para quem faz da bike o seu meio de transporte.

Leve amor na sua caixinha!

Leve amor na sua caixinha!

“Vimos em nossas viagens ao redor do mundo que muitas pessoas usam caixas de vinho para isso, então as ideias começaram a surgir e nós fomos dando uma identidade para ela, com um aspecto vintage e com um ar de elegância”, explica Verônica Barbosa, uma das criadoras.

O material da Traditional Bike Box é o MDF junto com técnicas de envelhecimento. As caixas são tanto para a dianteira quanto para a traseira. São leves, estáveis e fáceis de serem ajustadas. Vêm com um kit que inclui o suporte para a caixa ser fixada na bike. As medidas são 29x20xh19cm para as caixas dianteiras e 29,5x21xh20cm para as caixas traseiras. Um presente produzido artesanalmente, uma a uma, com carinho para o um ciclista do passado.

Vale um vestido! Prêmio Melhor Traje Feminino

Vale um vestido! Prêmio Melhor Traje Feminino

Já para o prêmio de melhor traje feminino, será ofertado um vestido de tweed da loja Santa do Cabaré, que foi aberta em 2002 pela amante de moda Cintia Keller. “Trabalho com moda desde 1990, entre os anos 2000 e 2002 eu vendi roupa na noite para garotas de programa, mas sempre me inspirei no universo retrô para produzir minhas coleções”, disse ela, que acredita ter nascido nos anos 20, morrido nos 40 e retornado nos 50.

As ideias de Cintia são retiradas dos filmes e revistas antigas que ela coleciona. Agora estará desfilando em uma charmosa ciclista do Tweed Ride Rio.

Os cadernos em estilo retrô da Cícero Papelaria acompanham os prêmios do concurso de trajes. Além disso, teremos lindos itens para os colecionadores de plantão, como os bottons confeccionados pela ManüMonuMei e os postais especialmente feitos por Durval Amorim para o nosso passeio, fazendo parte da coleção No Rio de Bike. Adquira os seus e colabore para a produção do evento!

Colecione bottons e postal lindos de morrer!

Colecione bottons e postal lindos de morrer!

Agora é separar o seu melhor traje e se divertir voltando no tempo de bicicleta!

Lembrando que fotógrafos são bem vindos!! Teremos a contribuição talentosa de Lindemberg Magalhães mostrando seus trabalhos na lente e também o som do realejo centenário de Pascal Maurice. Não perca!

XI Tweed Ride Rio – Primavera 2015

Dia 25 de outubro

Concentração às 14h em frente ao Cine Odeon

Saída às 15h

Trajeto: Centro Histórico do Rio (a definir)

Local: Bike Rio Café – 16h

Evento no Facebook

Tecnologia que favorece a mobilidade urbana

Saiba como ciclovias e estradas podem gerar energia limpa.

SolaRoad Netherlands

SolaRoad Netherlands

A primeira ciclovia do mundo que produz energia limpa foi inaugurada na Holanda, na cidade de Krommeni, pela empresa TNO e outros parceiros. SolaRoad converte a luz solar na superfície da estrada em eletricidade: é a primeira ciclovia solar do mundo!

Composta por resistentes placas de vidro (capazes de suportar o peso de um caminhão), recheadas com células fotovoltaicas de silício, a ciclovia poderá servir como solução para os problemas energéticos em países com grande número de rodovias como o Brasil, por exemplo. Sem contar que por aqui o fator climático é mais favorável do que na Holanda. Informações recentes divulgadas pela fanpage da SolaRoad afirmam que os Estados Unidos já sondam levar a ideia para aplicar na Califórnia.

SolaRoad Netherlands

SolaRoad Netherlands

A ideia promete ajudar a esverdear a matriz energética das cidades, contribuindo para a iluminação das ruas e dos semáforos. Ao longo do dia a ciclovia é capaz de converter a luz do sol que irradia sobre ela em eletricidade e esta energia solar que é gerada alimenta a rede de eletricidade local, podendo ser usada, por exemplo, para iluminação pública, sistemas de tráfego, as famílias e (eventualmente no futuro) os carros elétricos que passarão por uma estrada com esta tecnologia.

A inauguração foi feita em novembro de 2014. O objetivo agora é ampliá-la para 100 metros até 2016. Em maio deste ano um comunicado da fabricante para a imprensa global anunciou que a produção de energia na primeira fase do projeto piloto, que durou seis meses, ultrapassou o esperado. De acordo com Sten de Wit, um dos criadores da SolaRoad, “a ciclovia já gerou mais de 3.000 kWh. Isto pode fornecer eletricidade por um ano para uma casa onde mora uma pessoa, ou ainda equivale a mover um scooter elétrico por duas vezes e meia ao redor do mundo”, comparou.

Desde a abertura, mais de 150.000 ciclistas cruzaram SolaRoad.

Uma solução em energia limpa

Uma solução em energia limpa

Fonte: the greenest post

Com informações de SolaRoad e fanpage