Manual Prático de Aline – Parte III (a vingança)

Para aqueles que pensavam que acabou… se enganaram!
A Parte III chega com mais vontade de sacudir as estruturas!!!
Apreciem sem moderação!
Brasil
Amo ser brasileira. Faço parte do meu país com tudo que ele tem de bom e de ruim. Infelizmente há muita coisa errada nele que deve ser modificada. Há pensamentos mesquinhos que o impedem de ir para frente e de ter soberania para defender com unhas e dentes os seus cidadãos. Sinto-me triste muitas vezes, choro de dor algumas delas por ver o quanto o meu povo sofre e é massacrado. Tenho para mim que primeiro temos que mudar nós mesmos para depois conseguir modificar o meio em que vivemos.. Eu mudei muito, deixei pensamentos fúteis para trás e agora busco a minha realização através da minha profissão, de forma simples, mas contundente, profissional e responsável com o outro. Quero fazer uma comunicação livre e democrática. O que ainda hoje não temos.
Drogas
Esse é um tema bastante complicado! Sempre me mantive à parte disso sem saber ao certo como era o outro lado, sob o ponto de vista de quem usa. Confesso que nunca experimentei as sintéticas ou químicas. Não gosto! Mas descobri com uma ervinha da planta de cânhamo que a ancestralidade do povo indígena tem muito a nos ensinar. Sendo mais clara, faço uso de maconha esporadicamente como uma forma de relaxamento. Não preciso dela para viver minha vida, preciso é de saúde, minha família unida e de amor.. Também não preciso que ninguém me diga como ser feliz, pois isso somente eu sei como…Mas não gosto de pessoas que ainda se mantém no preconceito, que é literalmente fazer juízo de valor sem antes saber do que se trata. Uma vez eu vi um filme onde os pais de alunos e os diretores de uma escola se reuniram para fumar um baseado (cigarro de maconha) com o único intuito de desvendar quais eram os tão famosos e temidos sintomas da droga. Dito e feito descobriram que não era nada demais e que faziam uma tempestade em copo dágua! Louvável decisão..
Legenda do Jesus: “Foi meu Pai que fez“!
Aborto
Outro tema importante e delicado. Acredito que a mulher tem o poder de decidir se quer ter filhos ou não. Ela pode evitar ficar grávida e para isso existem inúmeros métodos contraceptivos, basta saber o melhor indicado para cada caso. Além disso, também existe aquele livre arbítrio de que, uma vez grávida, a mulher deverá decidir ter o filho ou não. Para mim a vida da mulher é mais importante do que a vida de um feto e, sendo assim, a legalização da prática poderia poupar muitas vidas de mulheres que recorrem às clínicas clandestinas. No entanto, para além de legalizar ou não, as conseqüências da negativa são duras. A morte de um ser humano em formação física que já possui um espírito pode acarretar duras penas para a mãe e para o casal, como a separação dele. Onde há morte não pode existir amor!! Em casos de estupro eu penso ser direito mais que devido a interrupção da gravidez. É um grande estorvo carregar no ventre o fruto de uma violência. Mas em todo o resto temos muito que pensar antes de deixar a situação chegar a esse ponto. O melhor mesmo então é não engravidar, mas se acontecer, saber dos riscos e conseqüências.
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