Cabaça e rapadura

Eu falei. A rua não escuta ninguém! Será que lerão o meu manual algum dia? Disse a poeta que escrever faz rejuvenescer.

Já nascemos livres e as prisões são diariamente construídas em torno de nós.

Precisamos delas! Festejamos as prisões. Precisamos delas?

Um símbolo, um ícone faz toda a diferença. Eu acho que coloquei o meu manual dentro de uma garrafa e a joguei no mar.

Não. Coloquei dentro de uma cabaça e joguei dentro de algum rio grande e caudaloso.

Eu vou tentar ser mais competente na escolha da próxima vida. Ou melhor, eu vou tentar ser mais competente nas escolhas da próxima vida. Nesta ainda me restam algumas muitas. Mas acertar já não depende de minha competência e sim de minha força. Ela deve ser do tamanho de uma montanha feita de rapadura.

Às vezes acho que ficamos mesmo meio cegos, como quando um cisco entra nos olhos abertos ao vento. E o vento lá se desvia por algum motivo? Na Lapinha da Serra do Cipó eu sei que não. Eu vou é comprar uma bicicleta.

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